Finalidades:
A prática e o estudo contínuo do Evangelho no Lar tem a finalidade de unir as criaturas, proporcionando uma convivência de paz e trânquilidade.
Higienizar o lar com nossos pensamentos e sentimentos elevados, permitindo facilitar o auxílio dos mensageiros do bem.
Proporcionar no lar, e fora dele, o fortalecimento necessário para enfrentar dificuldades materiais e espirituais, mantendo ativos os princípios da oração e da vigilância.
Elevar o padrão vibratório dos familiares, a fim de que possam contribuir para a construção de um mundo melhor.
Sugestões:
Escolha uma hora e um dia da semana em que seja possível a presença de todos da família, ou daqueles que desejarem participar.
A observação cuidadosa da hora e do dia es tabelece um compromisso de pontualidade com a espiriritualidade, garantindo a assistência espiritual.
A duração da reunião pode ser de trinta minutos aproximadamente, ou mais, dependendo de cada família.
Não suspender a prática do Evangelho em virtude de visitas, passeios adiáveis ou acontecimentos fúteis.
Providenciar uma jarra com água para fluidificação, para ser servida no final da reunião.
Roteiro:
-Prece inicial
Pai-nosso ou uma prece simples e espoontânea valorizando os sentimentos e não as palavras, solicitando a direção divina para a reunião.
-Leitura
Leitura em sequência de um trecho de O Evangelho Segundo o Espiritismo, começando na página, incluindo prefácio, introdução e notas.
-Comentários
Devem ser breves, que esclareçam e facilitem a compreensão dos ensinamentos e sua aplicação na vida diária.
-Vibrações
Fazer vibrações é emitir sentimentos e pensamentos de amor, paz e harmonia, obedecendo a este roteiro e acrescentando as vibrações particulares, de acordo com as necessidades.
Em trânquila serenidade e confiantes no Divino Amigo Jesus, vibremos:
Pela paz na Terra/pelos dirigentes de todos os países/pelo nosso Brasil/pelos nossos governantes/pelos doentes do corpo e da alma/pelos presidiários/pelas crianças/pelos velhinhos/pela juventude/pelos que se acham em provas dolorosas/pela expansão do Evangelho/pela confraternização entre as religiões/pelo nosso local e companheiro de trabalho/pelos nossos vizinhos/pelos nossos amigos e inimigos/pelo nosso lar e nossos familiares e por nós mesmos.
Graças a Deus.
-Prece final
Pai-nosso ou uma prece espontânea de agradecimento, solicitando a fluidificação da água e convidando os amigos espirituias para a reunião da próxima semana.
Este blog tem como objetivo difundir e compartilhar a doutrina espírita, além de informar aos amigos e frequentadores, sobre as atividades desenvolvidas pela Sociedade Espírita "Fonte de Amor" - Tapes - RS
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O legado de meu Pai(Livro-Vem!...Cenyra Pinto)
Certo homem, pai de uma única filha, sentindo que chegava o seu derradeiro momento, chamou a filha e disse-lhe: Vou morrer e nada tenho para legar-te. Terás que enfrentar o mundo e ganhar a tua própria vida. Como fazê-lo? Não és bonita e nunca o serás. Não tens nome nem dinheiro. Mas vou deixar-te uma herança: três regras simples. Se as seguires, o mundo será teu.
Primeira regra: nunca temas o julgamento do mundo. A criatura o teme mais do que a qualquer outra coisa. Generais poderosos, á cabeça de grandes exércitos e capazes de enfrentar os mais brutais inimigos aterrorizam-se ao pensarem no que os outros dirão a seu respeito, e que possa desgostá-los.
A segunda regra-continuou o homem- é ainda mais importante.
Não coleciones objetos inanimados. Ser-te-á impossível fazê-lo sem ficares dominada por eles. Concluí, assim, que quanto mais possuímos, mais somos possuídos; portanto, nada possuí além do absolutamente essencial. Vivo livre como o próprio ar, que é uma coisa maravilhosa.
E a terceira regra que me veio a calhar, disse ele, é esta: Ri sempre de ti mesma primeiro. Cada um de nós tem algo de ridículo mas gosta de rir dos outros. Ri primeiro de ti mesma e o riso dos outros resvalará sobre ti como se estivesse protegida por uma armadura de ouro.
Lendo essa crônica, tirei a lição nela contida e resolvi transcrevê-la, acrescentando que o legado desse pai, na hora da morte, á sua filha, ao que tudo indica, era adulta, talvez não pudesse mais alcançar o seu objetivo.
Essa jovem, já com o caráter formado, ignorante do mundo, com tudo contra si, sem beleza, sem nome, sem dinheiro por certo iria encontrar dificuldade em usar o legado de última hora.
Lições que encerrem sentido dessa natureza devem ser dadas aos filhos desde que tenham entendimento para compreender. Devem ser repetidas nas ocasiões apropriadas com o objetivo de preparar a criança para enfrentar o mundo e viver dignamente, seja qual for a sua condição social, intelectual ou física.
Entendemos, na primeira regra, que o maior mal da humanidade é o medo do que possam pensar e dizer a nosso respeito.
Não temos liberdade de ação. Somos escravos de opiniões alheias. Não temos coragem de ser nós mesmos. Sempre desejamos parecer aos outros que estamos na faixa do padrão aceito por todos.
O padrão que não desaponta. Vivemos em conflito, como se fossemos algo novo que precisa expressar-se dentro da parte inútil da tradição, ressalvados os valores permanentes que á boa tradição conduz.
A segunda regra nos ensina que quanto maiores os bens materiais que possuímos, maior espaço mental ocuparão em nossa zona íntima.
Teremos que pensar neles, administrá-los material e mentalmente. Se não tivermos formação espiritual, terminaremos escravos. Sentir-nos-emos inclinados a multiplicar materialidades. Confundiremos o meio com o fim.
A terceira regra mostra-nos que todos nós temos algo de ridículo e que esse ridículo mais se intensifica quando ridicularizamos os outros.
Quando formos capazes de nos ver tal qual somos, certamente silenciaremos ante as expressões particulares que os outros são.
Rir dos outros demonstra, além de falta de educação, um profundo desrespeito pela pessoa humana, uma falta de caridade, princípalmente se incutimos nossa ironia nos que estão a nosso lado, que, para nos serem agradáveis, provam ser ridículos também, fazendo coro conosco.
Esse legado, que foi transmitido por um pai a dua filha única no momento do seu desenlace, deveria ser legado por todos os pais tão logo seus filhos entrassem no mundo. Assim, muitos dissabores seriam evitados. (Crônica de Elza Maxwell)
Primeira regra: nunca temas o julgamento do mundo. A criatura o teme mais do que a qualquer outra coisa. Generais poderosos, á cabeça de grandes exércitos e capazes de enfrentar os mais brutais inimigos aterrorizam-se ao pensarem no que os outros dirão a seu respeito, e que possa desgostá-los.
A segunda regra-continuou o homem- é ainda mais importante.
Não coleciones objetos inanimados. Ser-te-á impossível fazê-lo sem ficares dominada por eles. Concluí, assim, que quanto mais possuímos, mais somos possuídos; portanto, nada possuí além do absolutamente essencial. Vivo livre como o próprio ar, que é uma coisa maravilhosa.
E a terceira regra que me veio a calhar, disse ele, é esta: Ri sempre de ti mesma primeiro. Cada um de nós tem algo de ridículo mas gosta de rir dos outros. Ri primeiro de ti mesma e o riso dos outros resvalará sobre ti como se estivesse protegida por uma armadura de ouro.
Lendo essa crônica, tirei a lição nela contida e resolvi transcrevê-la, acrescentando que o legado desse pai, na hora da morte, á sua filha, ao que tudo indica, era adulta, talvez não pudesse mais alcançar o seu objetivo.
Essa jovem, já com o caráter formado, ignorante do mundo, com tudo contra si, sem beleza, sem nome, sem dinheiro por certo iria encontrar dificuldade em usar o legado de última hora.
Lições que encerrem sentido dessa natureza devem ser dadas aos filhos desde que tenham entendimento para compreender. Devem ser repetidas nas ocasiões apropriadas com o objetivo de preparar a criança para enfrentar o mundo e viver dignamente, seja qual for a sua condição social, intelectual ou física.
Entendemos, na primeira regra, que o maior mal da humanidade é o medo do que possam pensar e dizer a nosso respeito.
Não temos liberdade de ação. Somos escravos de opiniões alheias. Não temos coragem de ser nós mesmos. Sempre desejamos parecer aos outros que estamos na faixa do padrão aceito por todos.
O padrão que não desaponta. Vivemos em conflito, como se fossemos algo novo que precisa expressar-se dentro da parte inútil da tradição, ressalvados os valores permanentes que á boa tradição conduz.
A segunda regra nos ensina que quanto maiores os bens materiais que possuímos, maior espaço mental ocuparão em nossa zona íntima.
Teremos que pensar neles, administrá-los material e mentalmente. Se não tivermos formação espiritual, terminaremos escravos. Sentir-nos-emos inclinados a multiplicar materialidades. Confundiremos o meio com o fim.
A terceira regra mostra-nos que todos nós temos algo de ridículo e que esse ridículo mais se intensifica quando ridicularizamos os outros.
Quando formos capazes de nos ver tal qual somos, certamente silenciaremos ante as expressões particulares que os outros são.
Rir dos outros demonstra, além de falta de educação, um profundo desrespeito pela pessoa humana, uma falta de caridade, princípalmente se incutimos nossa ironia nos que estão a nosso lado, que, para nos serem agradáveis, provam ser ridículos também, fazendo coro conosco.
Esse legado, que foi transmitido por um pai a dua filha única no momento do seu desenlace, deveria ser legado por todos os pais tão logo seus filhos entrassem no mundo. Assim, muitos dissabores seriam evitados. (Crônica de Elza Maxwell)
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